
RAQUEL, SEM VALORIZAÇÃO E RESPEITO, A POLÍCIA PARA!
A Polícia Civil de Pernambuco chegou ao limite.
A governadora prometeu, não cumpriu e tem adotado uma postura avessa ao diálogo com a categoria. Após anunciar a abertura de negociação, chegou a agendar reunião no Palácio do Campo das Princesas, mas não compareceu, frustrando os policiais civis e aprofundando o sentimento de desrespeito.
Não se trata apenas de uma reunião cancelada.
Trata-se de falta de compromisso com quem sustenta a investigação criminal no Estado.
Enquanto isso, a realidade nas delegacias é de precariedade, déficit de efetivo e ausência de valorização profissional. A violência cresce, mas a estrutura da Polícia Civil segue abandonada.
Sem valorização e respeito, não tem operação.
A paralisação de 24 horas é um ato legítimo de luta por dignidade, respeito institucional e melhores condições de trabalho. É também um alerta à sociedade: não existe segurança pública eficiente sem investimento na investigação e na valorização dos policiais civis.




