Jaboatão no Radar: Mano Medeiros firma liderança e se distancia dos Ferreira
A política jaboatonense vive uma fase de transição de protagonismo. Desde que…
Auditoria Fiscal do Trabalho participa do Forap Itinerante para debater sobre a Aprendizagem Profissional em Ipojuca
Nesta terça-feira, 13 de maio de 2025, às 9h30 da manhã, será…
Eduardo da Fonte participa da inauguração da Casa Azul de Taquaritinga do Norte ao lado do prefeito Gena Lins
No fim de semana dedicado às mães, as famílias de Taquaritinga do…
João Campos investe R$ 3 milhões em obras de contenção de encosta na Zona Norte
A Prefeitura do Recife está investindo R$ 3 milhões em obras de…
Prefeitura do Jaboatão dos Guararapes inicia demolição do edifício Kátia Melo, em Piedade
A demolição do edifício Kátia Melo, em Piedade, que desabou na última…
Eduardo e Lula da Fonte inauguram novo acelerador linear no Hospital de Câncer com presença do ministro da Saúde
O deputado federal Eduardo da Fonte (PP) e o deputado federal e…
LINGUAGEM NEUTRA: STF ARBITRA, MAS MUNICÍPIOS CORREM DO JOGO – E COM RAZÃO
No fim de abril de 2025, o Supremo Tribunal Federal(STF) declarou inconstitucionais as leis que proibiam o uso da linguagem neutra em escolas e repartições públicas. A decisão, embora juridicamente alinhada com princípios constitucionais como a liberdade de expressão e identidade, está longe de ser abraçada pelas administrações municipais. A adesão é baixa e não apenas por conveniência ou falta de preparo, mas por razões evidentes, muitas delas com claro fundo político, mas também com base em argumentos sólidos que merecem atenção. A linguagem neutra, ao contrário do que se tenta afirmar em algumas militâncias, não é uma evolução gramatical reconhecida, mas sim uma construção ideológica. O uso de termos como "todes", "elu", ou "amigues", embora vise a inclusão de pessoas não-binárias, não encontra respaldo na gramática normativa da língua portuguesa — a mesma gramática que estrutura o ensino, a redação oficial e os concursos públicos. É fundamental lembrar: a norma culta não é inimiga da inclusão. Ela é uma convenção que permite a clareza, a padronização e a compreensão mútua em ambientes formais. Inserir variações gramaticais não reconhecidas oficialmente nesse contexto é como tentar escrever leis em dialetos improvisados — abre margem para ruídos, confusões e até disputas legais desnecessárias. Agressão à língua ou evolução natural? Defensores da linguagem neutra alegam que a língua está em constante transformação o que é verdade. Mas mudança linguística legítima não acontece por imposição política ou por decreto social; ocorre organicamente, com base no uso e na aceitação popular. Tentar forçar a entrada de formas que não seguem a lógica gramatical tradicional é uma agressão disfarçada de evolução. Além disso, há impactos práticos sérios. Inserir linguagem neutra em materiais didáticos pode atrapalhar o aprendizado, especialmente de crianças em fase de alfabetização, estudantes com dislexia ou outras dificuldades cognitivas. Em vez de incluir, acaba excluindo. E isso é um paradoxo que precisa ser discutido com mais honestidade.…
Mano Medeiros convoca novos profissionais para as áreas de Educação e Saúde aprovados no último concurso
O Diário Oficial do Jaboatão dos Guararapes deste sábado publica a convocação…
União de Forças no Cabo: Segurança Pública urgente é tema central em reunião no Fórum
Presidente da Câmara, Anderson Bocão, e o prefeito Lula Cabral lideram encontro…
Mano Medeiros reinaugura USF Malvinas
A Unidade de Saúde da Família (USF) Vicente Alberto Carício — Malvinas…



