
Diferentemente de muitos países onde desmandos, corrupção e crises levam a convulsões sociais, protestos violentos e rupturas, o Brasil resiste. Por quê? Porque o povo brasileiro tem um coração pacífico, enraizado na fé. São milhões de cristãos, evangélicos, católicos, espíritas e tantos outros que oram, trabalham honestamente, sustentam famílias e seguram as pontas do país com paciência e esperança em Deus, mesmo diante de inflação, desemprego, escândalos e governança questionável.
Essa fé não é fraqueza: é o que impede o caos. É o que mantém a paz nas ruas quando tudo parece conspirar para o contrário. E é exatamente isso que torna ainda mais grave quando o presidente, em vez de reconhecer e respeitar esse pilar da nação, permite ou aplaude, como no recente desfile de escola de samba que homenageou seu governo, representações que ridicularizam famílias conservadoras, pastores, padres e a própria fé cristã, colocando-os em latas de conserva como piada.
Mexer com o sagrado tem consequências. Zombar daquilo que dá força e resignação ao povo brasileiro é desrespeitar a essência do que nos mantém unidos e pacíficos. Lula deveria agradecer de joelhos pela paciência e pela fé que evitam o pior, em vez de transformar valores profundos em motivo de escárnio financiado com dinheiro público.
O brasileiro é manso, mas não é bobo. Quando o sagrado é profanado, a resposta vem nas urnas. Em outubro, o povo vai lembrar quem desrespeitou o que é mais precioso: a fé que segura o Brasil de pé. Deus não se zomba, e o voto consciente também não perdoa ingratidão.
Fé não se ridiculariza. Valores não se apagam. O Brasil verdadeiro vai se manifestar, nas urnas e no coração.
Por: Jairo Lima



